13 de fevereiro de 2014

Emparn afirma que a pré-estação chuvosa está definida no Estado


gilmar chuva
Tribuna do Norte – As chuvas devem continuar, especialmente na região Oeste e Alto Oeste potiguar, e segundo a Emparn há orientação ao Governo do Estado quanto à distribuição das sementes para os municípios dessa região. As precipitações também continuam nas regiões Central e Seridó. As precipitações dos últimos dias e as condições climáticas favoráveis permitem a Emparn afirmar que está definida a pré-estação chuvosa, mas é preciso aguardar a regularidade para só então definir se os agricultores podem ou não plantar. As chuvas, de acordo com o chefe do setor de meteorologia, Gilmar Bristot, devem aumentar especialmente no oeste potiguar até o final da semana.
A incidência dessas precipitações se deve à atuação da Zona de Convergência, que segundo Bristot, continua se deslocando do oeste potiguar rumo à região do Vale do Açu, onde as chuvas devem chegar em menor intensidade. “A velocidade do vento diminuiu, e as temperaturas nos oceanos melhoraram, o que contribui”, afirma.
“As condições são favoráveis para continuar chovendo, inclusive nesses municípios localizados entre as regiões Central e Seridó”, disse Bristot, “mas ainda é cedo para orientarmos distribuição de sementes porque as o solo ainda não está úmido o suficiente”.
A governadora Rosalba Ciarlini disse, nessa segunda-feira durante a reunião periódica do Comitê da Seca, que o Governo do Estado deve começar a distribuição das sementes em até 15 dias, tendo em vista que já estava licitado. A reportagem tentou obter informações sobre quais municípios devem receber as sementes e como os agricultores devem proceder para ater acesso, mas a Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária e Pesca disse através da assessoria de comunicação que ainda não há definições dessas estratégias. Alguns desses aspectos estavam sendo discutidos na tarde de ontem na secretaria.
O meteorologista explica que a zona de convergência já vem atuando nos estados do Piauí e Maranhão, de onde normalmente chega ao Rio Grande do Norte, a partir do oeste potiguar até chegar às regiões localizadas mais ao centro do Estado.

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